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Autoridades internacionais estão preocupadas com os cortes na educação brasileira

A Times Higher Education informou que as universidades públicas do Brasil estão lutando devido a cortes de pessoal, limitações em sua capacidade de realizar pesquisas e restrições em recursos estudantis.

Frederico Dourado Morais, Professor de Pedagogia na Universidade Estadual de Goiás, afirmou: “o dia da universidade já foi afetado […] atividades nas universidades podem ser interrompidas antes do final do semestre.”

Em abril deste ano, o Presidente Bolsonaro propôs a retirada do financiamento público para a filosofia e a Sociologia, em favor de temas que “geram o retorno imediato ao contribuinte”. Ele também reduziu para metade o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e comunicação.

O Ministro da educação Abraham Weintraub disse que o governo iria cortar o financiamento para instituições que promovem a agitação do campus, permitindo “eventos políticos” ou “comícios partidários” enquanto escorrega em seu desempenho acadêmico.

Foi dito a três universidades que os seus orçamentos anuais seriam reduzidos em 30%, com efeitos imediatos. Este corte foi mais tarde anunciado como se aplicando a todos os 63 federais institutions.In resposta, uma carta aberta condenando a proposta ganhou mais de 1.500 assinaturas em 24 horas. Além disso, os cortes foram opostos por estudantes e acadêmicos em protestos nacionais em maio, quando também foi anunciado que o financiamento para bolsas de pós-graduação seria congelado.

Em julho, a futura-se Política foi anunciada, que o governo alega oferecer maior autonomia para as instituições federais através de um aumento de seus recursos e um impulso no empreendedorismo.

No entanto, a política foi criticada por promover a privatização da educação e a externalização da Gestão, com a maioria das universidades rejeitando o programa.

Marcelo Knobel, reitor da Universidade Estadual de Campinas, afirmou que quer que os políticos “entendam o papel da universidade, o que nossa pesquisa faz pela Sociedade”.

O presidente Bolsonaro afirmou que suas políticas são “vitais para salvar este país da estagnação econômica dos últimos 20 anos”, e disse que seu governo vai enfrentar a “doutrinação” de estudantes por professores de esquerda.

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